As operações das instituições financeiras são registradas na CETIP após verificação dos itens básicos de segurança, como códigos de acesso, senhas e validade de datas. As informações do comprador e do vendedor do título são comparadas e, se houver alguma divergência, o sistema rejeita a operação.
Com a ação coordenada entre as funções de custódia, registro e liquidação financeira, a CETIP pode assegurar aos vendedores que a entrega do objeto vendido será feita apenas contra o efetivo pagamento do valor acordado. Da mesma forma, os compradores têm certeza de que o pagamento somente será processado mediante o recebimento do objeto da operação. Assim, na prática diária da CETIP é aplicado o conceito da entrega contra pagamento, o chamado DVP – Delivery Versus Payment, estabelecido em 1992 pelo BIS – Bank for International Settlements.
O modelo de negócio da CETIP está fundamentado nos conceitos de transparência e segurança. A Câmara disponibiliza sistemas e serviços dentro de um ambiente isento de risco de mercado, uma vez que não atua como contraparte das operações. A existência de múltiplos ciclos diários de liquidação, com finalização em D+0 (no mesmo dia de sua realização), e a possibilidade de agendamento de operações facilitam a interconexão com mercados situados em diferentes fusos horários.
As operações efetuadas pela Plataforma Eletrônica são processadas sem descontinuidade e reentrada de dados, com a integração das funções de custódia e de liquidação financeira. É o chamado STP – Straight Through Processing. |
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Saiba como operar nos mercados atendidos pela CETIP.
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Acompanhe na Grade de Horários a partir de que horas o sistema aceita o registro de operações e sua respectiva liquidação financeira.
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