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06/02/2017

Debêntures, CRIs e CRAs têm alta em dezembro

Os títulos de renda fixa corporativos apresentaram no mês de dezembro números relevantes. O registro desses títulos foi superior ao mesmo período de 2015, segundo levantamento da Cetip, maior depositária de títulos privados de renda fixa da América Latina e a maior câmara de ativos privados do país.

O mercado de debêntures foi aquecido por 36 operações, responsáveis pela captação de R$ 13 bilhões. Este foi o melhor mês do ano em produção do instrumento, 23% superior ao visto em dezembro de 2015. Desse montante, R$ 1,4 bi foi destinado a debêntures de infraestrutura, com destaque para as ofertas de Comgás (R$ 675 milhões) e Celpa (R$ 300 milhões). O estoque de debêntures corporativas fechou 2016 em R$ 257,8 bilhões.

O crescimento do CRA deveu-se às 21 operações realizadas no mês, cujo volume emitido soma R$ 4,8 bilhões. Apenas em dezembro o estoque de CRA cresceu 38%, alcançando R$ 17,5 bilhões. Destacam-se as operações com lastro BRF (R$ 1,5 bilhão), Fibria (R$ 1,25 bilhão) e GPA (R$ 1 bilhão). Já o CRI alcançou o estoque de R$ 73,6 bilhões, variação de 19,5% em comparação com 2015. As maiores operações do mês foram as com lastro em Multiplan (R$ 300 milhões) e Direcional (R$ 30 milhões).

O ano do CRA

Em 2016, o CRA quase triplicou o estoque, que foi de R$ 6,4 bilhões, no fechamento de 2015, para R$ 17,5 bilhões no final de 2016. Foi o instrumento de renda fixa privada que mais cresceu, apresentando-se como fonte importante na captação de recursos a custo mais baixo para empresas elegíveis.

O CRA é um título emitido por companhias securitizadoras baseado em direitos creditórios do agronegócio e tem como principal característica a isenção do Imposto de Renda (IR) para o investidor pessoa física.

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